Carro Novo

Trocar de Carro – Dicas para um Bom Negócio

Atualmente, o mercado de veículos novos está muito atraente para o consumidor. Seminovos e usados nem tanto, mas como num efeito cascata, a redução de impostos para os preços dos carros novos, atingiu também o preço dos usados.

Entretanto, para aproveitar da melhor forma o momento favorável e fazer um bom negocio, é preciso paciência para analisar os modelos disponíveis. Confira neste Bit alguns fatores que devem ser considerados antes da compra.

Carro Novo

As montadoras têm oferecido diferentes categorias, motorização, acessórios para todos os gostos e tipos de necessidade, e uma infinidade de preços e valores no mercado. Todas as montadoras, Ford, Chevrolet, Fiat, Hyundai, todas tem uma linha completa de utilitários, pick ups, vans, entre outros modelos.

Se a opção for um zero quilômetro, é interessante investir um tempo pesquisando sobre qual modelo melhor atende suas as expectativas e necessidades.

O zero-quilômetro tem algumas vantagens: parte mecânica mais confiável, custos de manutenção mais baixos e garantia de fábrica. Nas primeiras revisões, a mão-de-obra e certas peças normalmente são gratuitas. Há também a possibilidade de revenda futura e por um valor mais alto.

O que analisar antes de comprar um seminovo ou usado?

Adquirir um veículo de uma pessoa próxima e de confiança pode ser uma boa alternativa, pois geralmente os riscos são, em tese, menores. Nesses casos, é possível saber a procedência do veículo: se possui histórico de acidentes; se é fruto de algum ilícito (roubo), ou ainda se passou por alguma reforma mais delicada, como no motor, ou até algum acidente.

Isso é muito importante: verificar se o veículo não foi danificado em colisões graves. E a pintura é a chave para detectar se o carro foi ou não batido.

Verifique sempre se há diferenças de tonalidades ou então respingos em borrachas, verifique se há simetria entre as portas, os para-choques e o teto, verifique também a presença de ondulações ou então de pequenos amassados na lataria.

Se mesmo após a verificação de tudo isso você ainda estiver em dúvidas, procure um centro especializado para a vistoria e análise do veículo. Se o carro não passou por nenhum desses problemas, o vendedor não terá nada a temer, ao passar o veículo por uma revisão especializada.

Antes de fechar a compra, o ideal é fazer uma análise completa de forma criteriosa: na parte mecânica, elétrica, e de manutenção. Tenha certeza que um carro batido será um mau negócio. Se possível, é interessante levar o carro a um mecânico de confiança. Ele saberá determinar se a compra será ou não vantajosa. Além de poder verificar com maior precisão a presença de ruídos, questões de dirigibilidade e segurança, defeitos escondidos no veículo, etc.

Muitas vezes, por descuido do atual proprietário, o veículo se encontra em péssimo estado de conservação, o que é desvalorização certa. Nesses casos, pontos de ferrugens em cantos e debaixo do assoalho evidenciam que o veículo não recebeu o cuidado adequado.

Verificar a presença de itens obrigatórios, como extintor, macaco, triângulo de sinalização, chave de rodas e estepe é uma precaução importante. Assim como checar se há vazamentos e queima de óleo, além do estado dos amortecedores e da suspensão.

Documentação do veículo – Aqui está o ponto que, em geral, causa mais transtornos. Ao comprar em uma concessionária, a documentação já vem regularizada, o que nem sempre acontece quando adquirido diretamente de outra pessoa.

É fundamental ter certeza que a placa é verdadeira, que o número do chassis confere com a documentação, ou que não existem multas ou pendências. Importante: é prudente confirmar se o documento do automóvel está no nome do vendedor. Se o automóvel for fruto de um roubo, por exemplo, o novo proprietário assumirá o problema, com risco de perder todo o dinheiro envolvido na negociação. Ou pior: ter que responder pelo roubo na Justiça.

Por fim, antes de entrar em um financiamento ou consórcio, é prudente analisar com cuidado qual o impacto das prestações no seu orçamento, nas suas finanças pessoais. Se mais do que 30% do seu orçamento forem comprometidos, talvez seja melhor adiar a compra até que se junte o suficiente para comprar à vista, ou pelo menos reduzir seu saldo devedor.

Depois de todos esses cuidados e verificações para garantir que está fazendo uma boa compra, você não vai querer colocar tudo a perder pelo mau planejamento das contas pessoas, não é? Então, olho no Bit e volte sempre!

E você, o que achou?